Quatro homens investigados por integrar um esquema de furto de gado, falsidade ideológica e associação criminosa na zona rural de Araguaçu, no sul do Tocantins, foram denunciados pelo Ministério Público do Tocantins (MPTO). A ação penal é resultado de uma investigação da Polícia Civil, que reuniu provas da atuação organizada do grupo e subsidiou a denúncia apresentada pelo órgão.
Segundo o MPTO, os denunciados teriam se associado para furtar dez cabeças de gado de uma propriedade rural em Araguaçu. Para dar aparência de legalidade ao transporte dos animais e dificultar a fiscalização, o grupo teria utilizado documentos falsificados.
O nome dos envolvidos não foi divulgado pelas autoridades.
De acordo com o promotor de Justiça Jorge José Maria Neto, a investigação da Polícia Civil foi fundamental para esclarecer a dinâmica de atuação dos suspeitos.
“As apurações demonstraram que os envolvidos agiram de forma planejada, com divisão de funções previamente estabelecida, e que o mesmo grupo já teria empregado o mesmo modus operandi em, pelo menos, outras duas ocasiões, evidenciando a estabilidade e a permanência da organização criminosa”, afirmou.
Na denúncia, o MPTO pede a condenação dos quatro investigados, a fixação de uma indenização mínima à vítima pelos prejuízos causados e o prosseguimento da ação penal na Justiça.


