O presidente da Câmara Municipal de Porangatu, vereador Rafael, detalhou como o Legislativo acompanha o caso que envolve a morte de Adriana e de seus dois filhos, atendidos no Hospital Municipal da cidade. A Comissão Permanente de Saúde da Casa já enviou diversos ofícios à Prefeitura, à Secretaria Municipal de Saúde e ao Instituto Alcance, organização social responsável pela gestão do contrato do hospital, em busca de esclarecimentos. Segundo o parlamentar, o acompanhamento começou desde o momento em que os vereadores tomaram conhecimento do que ocorreu na unidade.
O presidente da Câmara Municipal de Porangatu, vereador Rafael, detalhou como o Legislativo acompanha o caso que envolve a morte de Adriana e de seus dois filhos, atendidos no Hospital Municipal da cidade. A Comissão Permanente de Saúde da Casa já enviou diversos ofícios à Prefeitura, à Secretaria Municipal de Saúde e ao Instituto Alcance, organização social responsável pela gestão do contrato do hospital, em busca de esclarecimentos. Segundo o parlamentar, o acompanhamento começou desde o momento em que os vereadores tomaram conhecimento do que ocorreu na unidade.
De acordo com o delegado regional Stanislao Mont’Serrat, Adriana ficou dois dias internada no Hospital Municipal e recebeu alta no terceiro dia. Ainda no mesmo dia, retornou à unidade e foi transferida para o Hospital de Uruaçu, onde chegou em estado grave e com um dos bebês já morto. Ela também não resistiu, e o segundo bebê sobreviveu por cerca de 24 a 48 horas antes de falecer. Ao todo, foram três óbitos, e a Polícia Civil investiga a conduta médica.
Rafael explicou que há uma divisão clara de papéis: a apuração da conduta médica cabe à Polícia Civil, enquanto o Legislativo atua na esfera administrativa, cobrando respostas do poder público e da organização social que administra a unidade e fiscalizando a qualidade do serviço prestado. Entre os problemas que chegam à Câmara estão demora no atendimento, falta de humanização, encaminhamentos equivocados e ausência de acesso a exames necessários. Para o presidente, a separação de funções busca garantir à população de Porangatu um hospital em que os pacientes possam ser tratados e efetivamente curados. O Legislativo segue cobrando formalmente as respostas solicitadas e acompanhando o andamento do caso.. Ela também não resistiu, e o segundo bebê sobreviveu por cerca de 24 a 48 horas antes de falecer. Ao todo, foram três óbitos, e a Polícia Civil investiga a conduta médica.
Rafael explicou que há uma divisão clara de papéis: a apuração da conduta médica cabe à Polícia Civil, enquanto o Legislativo atua na esfera administrativa, cobrando respostas do poder público e da organização social que administra a unidade e fiscalizando a qualidade do serviço prestado. Entre os problemas que chegam à Câmara estão demora no atendimento, falta de humanização, encaminhamentos equivocados e ausência de acesso a exames necessários. Para o presidente, a separação de funções busca garantir à população de Porangatu um hospital em que os pacientes possam ser tratados e efetivamente curados. O Legislativo segue cobrando formalmente as respostas solicitadas e acompanhando o andamento do caso.


