Equatorial Goiás

Equatorial Goiás mobiliza operação especial para o segundo turno das eleições

Equatorial Goiás mobiliza operação especial para o segundo turno das eleições

A Equatorial Goiás mantém sua estrutura operacional preparada para o segundo turno das eleições de 2026, com atenção especial a todos os locais de votação, com destaque aos que apresentam dificuldades de acesso no território goiano. O monitoramento em tempo real, em parceria com o Tribunal Regional Eleitoral de Goiás (TRE-GO), se repetirá nos dias 24 e 25 de outubro em busca do mesmo resultado do primeiro turno, quando 99,5% dos colégios eleitorais em Goiás funcionaram sem intercorrências relacionadas ao fornecimento externo de energia, tanto no sábado quanto no dia da eleição.

No dia 4 de outubro, 42% das ocorrências relacionadas a falta ou oscilação de energia em locais de votação foram relativas a problemas internos nos pontos envolvidos na eleição – tais como fiação ou disjuntores dentro destes espaços -, revela o Centro de Operações Integradas (COI) da Equatorial Goiás. A companhia lembra que, conforme prevê a regulação da Agência Nacional de Energia Elétrica, a rede interna é de responsabilidade do cliente.

Na semana passada, a Equatorial prestou contas ao Tribunal sobre sua atuação na parceria envolvendo o primeiro turno e alinhou a atuação para o próximo domingo.“A parceria com o Tribunal permitiu incorporar novos aprendizados necessários ao planejamento também para o segundo turno através de trocas que nos indicam prioridades com mais precisão. Além disso, contribui para manter uma comunicação ágil durante todo o processo”, afirma o gerente do COI, Vinicyus Lima.

Monitoramento em tempo real:

A estratégia do plano operacional de contingência da distribuidora contempla o monitoramento contínuo das unidades consumidoras vinculadas aos pontos de votação, o acompanhamento das ocorrências em tempo real e a mobilização de equipes para reduzir o tempo de resposta a eventuais interrupções no fornecimento de energia elétrica.

A preparação dá continuidade às ações de planejamento e logística divulgadas no primeiro turno, quando foram destacados os desafios de atendimento em localidades rurais e regiões afastadas dos centros urbanos. Em Goiás, estradas não pavimentadas, grandes distâncias e barreiras naturais exigem atenção especial para que as equipes consigam chegar aos locais de ocorrência com agilidade e segurança.

Como sinalizado antes do primeiro turno, na região de Itapaci, por exemplo, seis locais de votação exigem logística especial em áreas rurais e povoados. Entre eles está o Povoado de Lavrinha de São Sebastião, em São Luiz do Norte, cujo acesso depende de travessia de balsa, conforme informações do Tribunal Regional Eleitoral de Goiás (TRE-GO).

Também em Niquelândia, dos 15 pontos de votação localizados na zona rural, 12 dependem exclusivamente de estradas de terra. Cinco deles foram identificados como de difícil acesso nas regiões de Buriti Alto, Acaba Vida, Garimpinho e Machadinho. E ainda há localidades que exigem planejamento específico nos municípios de São Domingos, Guarani de Goiás e Nova Roma.

Para atender a essas particularidades, a operação considera recursos de apoio logístico e tecnológico, como veículos equipados com comunicação via satélite, meios de deslocamento adequados às condições das vias e geradores de emergência para situações que demandem suporte adicional. A estratégia busca ampliar a capacidade de resposta mesmo em regiões mais isoladas.

Plano operacional e monitoramento pelo COI:

A atuação no segundo turno será apoiada pelo plano operacional de contingência da Equatorial Goiás, que estabelece responsabilidades, fluxos de comunicação e critérios para mobilização de recursos diante de situações que possam comprometer a continuidade do fornecimento de energia. O documento prevê o acompanhamento contínuo das unidades consumidoras dos locais de votação por meio do sistema Único, com priorização de ocorrências que afetem esses pontos.

O plano também prevê equipes de atendimento posicionadas estrategicamente ou próximas às regiões com maior concentração de locais de votação, favorecendo uma atuação mais rápida diante de eventuais interrupções. A estrutura poderá ser reforçada conforme a necessidade operacional, com acionamento de equipes adicionais e ampliação da capacidade de atendimento em cenários de contingência.

No dia da última votação, o Centro de Operações Integradas (COI) mantém o papel central na coordenação das informações e no acompanhamento das ocorrências. A estrutura permite identificar situações de maior impacto, priorizar atendimentos, acompanhar o deslocamento das equipes e articular as áreas envolvidas na resposta operacional.

A comunicação direta com o TRE-GO, adotada no primeiro turno, também é um recurso importante para acelerar a identificação de ocorrências em locais de votação. Por meio desse canal, eventuais problemas no fornecimento podem ser comunicados diretamente à distribuidora, agilizando o direcionamento do atendimento. O acompanhamento das estruturas eleitorais considera ainda a necessidade de manter a atenção operacional após o encerramento da votação, conforme o planejamento estabelecido para o período eleitoral.

Prontidão para diferentes cenários:

Além do monitoramento dos pontos de votação, a preparação contempla a análise das condições climáticas e a disponibilidade de recursos para responder a situações que possam afetar a rede elétrica. O plano prevê o acompanhamento de alertas meteorológicos, permitindo antecipar cenários de risco relacionados a tempestades, ventos intensos e descargas atmosféricas.

Em caso de aumento significativo das ocorrências, a distribuidora poderá adotar os níveis de contingência previstos no plano, ampliando os recursos de forma proporcional à gravidade do cenário. A estrutura inclui equipes próprias e parceiras, profissionais do Centro de Operações, recursos técnicos e equipamentos de apoio, que podem ser mobilizados conforme a necessidade de cada regional.

A preparação tem como objetivo reduzir o tempo de resposta, priorizar ocorrências que afetem serviços essenciais e contribuir para a continuidade do fornecimento de energia durante o processo eleitoral. A atuação preventiva e a coordenação entre as equipes são fundamentais para enfrentar as particularidades geográficas de Goiás e responder com agilidade a eventuais imprevistos.

Atendimento ao cliente:

A Equatorial Goiás também mantém seus canais oficiais disponíveis para o registro de ocorrências relacionadas ao fornecimento de energia elétrica. Em caso de interrupção, os clientes podem entrar em contato com a distribuidora pelos seguintes meios:

• Agência Virtual: disponível no site da Equatorial Goiás;
• Aplicativo Equatorial Energia: disponível para Android e iOS;
• WhatsApp da atendente virtual Clara: (62) 3243-2020;
• Central de atendimento: 0800 062 0196.

Grazielly Ribeiro

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