Goiás Policial

Funcionária é presa suspeita de desviar R$ 1,48 milhão de empresa

Funcionária é presa suspeita de desviar R$ 1,48 milhão de empresa Uma funcionária do setor financeiro de uma empresa de aluguel de gruas para construtoras foi presa preventivamente, suspeita de desviar cerca de R$ 1,48 milhão da empregadora, em Goiânia. O marido e o irmão dela também foram presos na quinta-feira (29). De acordo com a Polícia Civil, a mulher teria criado duas empresas de factoring, uma em nome do marido e outra no nome do irmão, para simular operações financeiras e desviar os valores. Ela também teria adulterado extratos bancários para fazer parecer que as empresas tinham valores a receber da empregadora. A fraude foi descoberta após uma investigação interna da empresa, que procurou a polícia. Segundo a delegada Renata Vieira, do 15º Distrito Policial, a funcionária admitiu o crime e afirmou que utilizou parte do dinheiro em jogos de azar, além de comprar uma casa e custear uma viagem da família ao Chile. Ainda conforme a investigação, o marido e o irmão alegaram que desconheciam a origem ilícita dos recursos. Eles disseram que a mulher havia informado ter ganhado dinheiro no chamado "jogo do tigrinho" e que as empresas seriam utilizadas para antecipar pagamentos. A Justiça autorizou mandados de busca e apreensão, além do acesso aos dados bancários dos investigados. Um veículo utilizado pela funcionária foi apreendido. Os três são investigados por suspeita de estelionato, falsificação de documento particular, lavagem de dinheiro e organização criminosa. As identidades não foram divulgadas.

Uma funcionária do setor financeiro de uma empresa de aluguel de gruas para construtoras foi presa preventivamente, suspeita de desviar cerca de R$ 1,48 milhão da empregadora, em Goiânia. O marido e o irmão dela também foram presos na quinta-feira (29).

De acordo com a Polícia Civil, a mulher teria criado duas empresas de factoring, uma em nome do marido e outra no nome do irmão, para simular operações financeiras e desviar os valores. Ela também teria adulterado extratos bancários para fazer parecer que as empresas tinham valores a receber da empregadora.

A fraude foi descoberta após uma investigação interna da empresa, que procurou a polícia. Segundo a delegada Renata Vieira, do 15º Distrito Policial, a funcionária admitiu o crime e afirmou que utilizou parte do dinheiro em jogos de azar, além de comprar uma casa e custear uma viagem da família ao Chile.

Ainda conforme a investigação, o marido e o irmão alegaram que desconheciam a origem ilícita dos recursos. Eles disseram que a mulher havia informado ter ganhado dinheiro no chamado “jogo do tigrinho” e que as empresas seriam utilizadas para antecipar pagamentos.

A Justiça autorizou mandados de busca e apreensão, além do acesso aos dados bancários dos investigados. Um veículo utilizado pela funcionária foi apreendido.

Os três são investigados por suspeita de estelionato, falsificação de documento particular, lavagem de dinheiro e organização criminosa. As identidades não foram divulgadas.

Grazielly Ribeiro

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