Os preços de alguns hortifrútis dispararam em setembro no mercado atacadista de Goiás. Segundo a Central de Abastecimento de Goiás (Ceasa-GO), quiabo, chuchu e jiló chegaram a registrar aumento de até 100% em comparação com agosto.
O chuchu teve uma das maiores altas. A caixa de 22 quilos, que custava R$ 35 em agosto, chegou a R$ 70 neste mês. O quiabo passou de R$ 40 para R$ 80 a caixa de 14 quilos.
Já o jiló, comercializado em caixas de 17 quilos, chegou a R$ 100, cerca de R$ 50 a mais que o valor registrado anteriormente.
Outros produtos também ficaram mais caros. A abobrinha verde teve alta de 66%, enquanto a cebola passou de R$ 70 para R$ 110 a caixa de 20 quilos, aumento de 57%.
O pepino cólon, vendido em caixas de 22 quilos, subiu de R$ 200 para R$ 300. A batatinha teve alta de 37%. Também foram registrados aumentos no tomate saladete, de 25%, e no tomate cereja, de 11%.
O limão tahiti e o pimentão ficaram 20% mais caros, enquanto o alho nacional teve alta de 6%.
Os valores divulgados pela Ceasa-GO correspondem ao mercado atacadista e não representam necessariamente os preços encontrados pelos consumidores em supermercados e feiras.
Para o economista Luiz Carlos Ongaratto, pesquisar os preços pode ajudar o consumidor a economizar. Ele também recomenda aproveitar promoções e, nas feiras, procurar ofertas próximas ao horário de encerramento das atividades.
“Difícil não sofrer com o impacto desse aumento. Economizar será bem desafiador, mas o consumidor pode adotar algumas manobras. O ideal é sempre pesquisar os preços e tentar substituir um alimento que está caro por outro mais barato”, afirmou.


